Pé Cavo

Pé Cavo

Tratamento de Pé Cavo em São Paulo


Chamamos de Pé Cavo quando o arco plantar medial é mais alto, levando a uma menor área de contato da parte de dentro do pé com o solo. Esse alinhamento está presente em cerca de 10-20% da população e, diferentemente do que vemos no Pé Plano, exige uma observação mais atenta.
A maior parte dos casos também apresenta o eixo do calcâneo mais “para dentro” em relação à perna – posicionamento chamado de “varo”. Por conta dessa condição, é comum referirmos a esse tipo de alinhamento como Pé Cavo Varo. 
Por manter essa forma, o Pé Cavo leva ao aumento da pressão em 3 pontos específicos do pé: base do calcanhar, cabeça do 1º metatarsal e 5º metatarsal. Além disso, às custas do eixo do calcâneo, também é comum haver sobrecarga na região lateral do tornozelo.
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Causas

A atenção demandada com Pé Cavo se origina devido as várias possibilidades de causar esse tipo de alinhamento do pé. As causas podem ser dividas em:


  • Neurológicas:
  • Poliomielite;
  • Mielomeningocele;
  • Paralisia cerebral;
  • Doença de Charcot-Marie-Tooth.
  • Traumáticas:
  • Síndrome compartimental;
  • Fratura do calcâneo;
  • Lesão do nervo fibular.
  • Sequela de Pé torto congênito;
  • Idiopáticas ou alterações metabólicas.


Sintomas

Os sintomas podem variar, a depender da causa do Pé Cavo:

  • Metatarsalgia – dor na parte da frente da sola do pé, próximo à base dos dedos;
  • Fascite Plantar – dor na base do calcâneo, na inserção da fáscia plantar;
  • Dor na borda lateral do pé;
  • Fratura por estresse – microtraumas de repetição, mais comum na base do 5º metatarsal;
  • Tendinopatia dos fibulares – tendinite dos tendões localizados na região lateral do tornozelo;
  • Instabilidade do tornozelo – entorses de repetição, com dor e sensação de “falseio”;
  • Dedos em garra – os dedos vão progressivamente mantendo-se fletidos;
  • Calosidades.

Tratamento

Inicia-se com a investigação da origem do problema. Como exames de imagem solicita-se: Radiografias com carga, a fim de se avaliar toda forma e alinhamento ósseo; Ressonância Magnética, podendo caracterizar áreas de sobrecarga e alterações nos músculos, tendões, ligamentos e cartilagem; Tomografia computadorizada, possibilitando a visualização tridimensional dos ossos; e em alguns casos, Eletroneuromiografia, muito útil no diagnóstico das causas neurológicas.

A base do tratamento dos sintomas está no uso de medicações analgésicas para alívio da dor, em um primeiro momento. Introduzimos calçados que consigam providenciar mais estabilidade e distribuir melhor a carga durante a pisada. Nos casos com instabilidade do tornozelo, utilizamos estabilizadores, a fim de prevenir novas torções ou falseios. E é fundamental a introdução de fisioterapia, produzindo fortalecimento e equilíbrio da musculatura do Pé e do Tornozelo.

Caso não haja melhora satisfatória dos sintomas ou em casos avançados, temos opções de correção cirúrgica. A escolha do método também dependerá da causa do problema e do quanto a estrutura do pé já está acometida. Entre as principais opções temos:

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Dr. Allex Argente

Ortopedia e Traumatologia • CRM: 161.527 | TEOT: 16.423


O Dr. Allex graduou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e fez a Residência em Ortopedia e Traumatologia no Instituto de Ortopedia e Traumatologia (IOT) do Hospital das Clínicas (HC) da FMUSP.

Fez Especialização em cirurgia do Pé e Tornozelo no IOT-HCFMUSP. É Membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e da Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé.

A fim de melhor atender seus pacientes, busca atualização constante e já realizou diversos cursos, inclusive no exterior. 
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